Segundo James Fetzer, atentados foram encenação para enganar o povo.
Holograma e falsificação de vídeos teriam forjado imagens de aviões.

Segundo James Fetzer, ataques foram uma encenação para enganar o povo. (Foto: Steve Ludlum/The New York Times)Segundo James Fetzer, ataques foram encenados
para enganar o povo. (Foto: Steve Ludlum/The
New York Times)

As imagens mais icônicas da última década não passam de uma fraude. “Tudo foi uma grande encenação para enganar o povo americano”, defende James Fetzer. Fundador do grupo Scholars For 9/11 Truth, ele tem certeza de que os vídeos e fotos que mostram aviões penetrando as torres gêmeas do World Trade Center em 11 de setembro de 2001 são forjadas.

Fetzer lidera um grupo que enxerga a digital do próprio governo americano no ataque que vitimou quase 3 mil pessoas. Para essas pessoas, nenhum avião foi sequestrado e nenhum avião se chocou contra prédios há dez anos nos EUA.

As cenas que paralisaram o mundo em 2001 teriam sido concebidas com tecnologias de falsificação de vídeo e hologramas de última geração, criando um atentado de mentira com o poder de fazer as pessoas acreditarem ter visto os choques dos aviões. “Isso nunca aconteceu”, afirma Fetzer.

Teorias da conspiração sobre o 11 de Setembro existem às centenas e surgiram de forma quase simultânea aos atentados. A internet abriga milhares de páginas que recorrem até à física para tentar comprovar que o Pentágono (outro alvo do ataque terrorista há dez anos) jamais foi alvo de um avião, e que o voo 93 – cujo provável destino final era a Casa Branca – foi abatido por caças americanos, e não derrubado numa planície distante da residência oficial do presidente após um ato heroico dos passageiros.

Em entrevista que será exibida no domingo (11) pelo National Geographic Channel, o então mandatário americano, George W. Bush, reafirma que autorizou a derrubada do quarto avião envolvido na mais espetacular ação terrorista da história, mas que a aeronave perdeu o controle e se espatifou no solo sem que um tiro fosse disparado.

O único avião que vimos na TV foi o UA 175, que bateu na torre sul. O vídeo já foi profundamente estudado e foi possível ver que ele voava a uma velocidade impossível de ser atingida por aquele tipo de avião”
James Fetzer, defensor de teoria da conspiração

 

Mentira elaborada
Mas nenhuma teoria conspiratória chega perto da tese defendida por Fetzer, que nega o que registros em vídeo e foto nos escancaram. “O único avião que vimos na TV foi o UA 175, que bateu na torre sul. O vídeo já foi profundamente estudado e foi possível ver que ele voava a uma velocidade impossível de ser atingida por aquele tipo de avião”, disse. “Trata-se de uma mentira muito bem elaborada, que foi usada para convencer as pessoas de que aquilo tudo era real, quando está bem claro que até aquele vídeo foi falsificado de alguma forma.”

Segundo ele, o governo dos EUA coordenou explosões no subsolo dos torres gêmeas simultaneamente à ilusão de um avião se chocando com o prédio. “Seria muito difícil para um piloto, viajando a altas velocidades, acertar os prédios. Pilotos tentaram replicar o ataque em simuladores, e não conseguiram acertar as torres. Eles [o governo dos EUA] provavelmente não conseguiriam atingir os prédios com aviões reais, e tiveram que falsificar”, disse Fetzer.

Para ele, é difícil explicar exatamente como isso foi feito. “O governo pode ter usado até hologramas para parecer que o avião bateu lá. Há tecnologia muito sofisticada de holograma de que o público não tem consciência. É provavelmente como eles fizeram, usando hologramas, composições de vídeo ou algum tipo de imagem geradas por computador. De qualquer forma, o prédio estava cheio de explosivos e foi derrubado de cima para baixo”, argumenta.

Fetzer rejeita todas as explicações oficiais do relatório da Comissão oficial que investigou os atentados, e diz que ele faz parte do engodo. Por mais que centenas de pessoas tenham se envolvido no estudo do caso, ele diz que o relatório serviu apenas para reforçar o “mito” criado pelo governo.

“Os ataques foram falsos, tudo ensaiado. Foi uma operação psicológica para deixar o povo americano com medo e fazê-lo apoiar a política externa do governo, que queria iniciar guerras”, disse Fetzer. “O governo nunca conseguiu provar que os seqüestradores estavam a bordo dos aviões. As ligações que foram feitas dos aviões foram todas falsas. Nenhum dos envelopes com dados dos vôos, que precisam ser liberados antes de o avião partir, foram revelados. Cada avião tem milhões de partes identificáveis, mas o governo não conseguiu mostrar nenhuma. Os dados de registro dos quatro aviões continuaram válidos até 2002 e mesmo 2005, dando a entender que as aeronaves continuavam voando”, disse.

Conspiração e ciência
Fetzer é um nome conhecido entre os que estudam teorias da conspiração. Ele é referência para os que acreditam que tudo é uma encenação do governo e é um nome sem credibilidade para os adeptos das versões oficiais.

Apaixonado pelo tema, cita dados, nomes e testemunhas para dar maior força à sua tese, ignorando completamente qualquer argumento fundamentado que vá de encontro a ela.

Professor de filosofia da universidade de Minnesota, ele usa argumentos “lógicos” e “científicos” para negar a versão oficial e “comprovar” a sua. Antes de focar sua atenção no 11 de Setembro, Fetzer já havia empregado métodos de pesquisa e apresentado teorias de conspiração para explicar o assassinato do presidente americano John Fitzgerald Kennedy, ocorrido em 1963 – o acusado de crime e outras testemunhas-chave também foram mortos posteriomente em circunstâncias jamais explicadas.

Fetzer liga os pontos e detecta relação direta entre os dois acontecimentos tão marcantes na história da maior potência mundial. “O princípio básico é que um governo que está disposto a matar 3 mil cidadãos em explosões pode facilmente matar uns pouco mais para se livrar de testemunhas”, disse.

Este artigo foi publicado no G1 na época do atentado veja aqui

 

No vídeo acima especialistas falam sobre o material usado nas explosões, e que não é possível aviões provocarem uma demolição dos prédios como ocorreram e muito menos a demolição de um terceiro pouco divulgado e que guardava arquivos secretos da CIA e da investigação sobre corrupção na gigante ENRON.

Hoje, muitos americanos não acreditam na versão oficial.

Ressaltamos que os fatos, perguntas e especulações apresentados a seguir caracterizam afirmações, possibilidades e incoerências apontados por especialistas de várias áreas pelo mundo afora, que foram amplamente divulgados por diversos meios de comunicação , e não necessariamente representam a opinião dos editores do site ‘Amélia News Bahia’.

Um mês antes dos atentados de 11 de setembro, a CIA já teria alertado o governo Bush sobre os riscos de ataques terroristas, citando especificamente a Al Qaeda e Osama Bin Laden. A identificação rápida dos terroristas logo depois dos atentados mostrou que havia informações sobre a maioria dos ataques. Mais tarde veio a tona que uma escola de pilotagem no Minnesota havia denunciado algumas atitudes estranhas de um de seus alunos (o terrorista Zacarias Moussaoui), que queria apenas aprender a pilotar um avião e não se interessava nos momentos da decolagem e do pouso…

Quando o presidente Bush soube dos atentados…

 

Cara do presidente Bush após saber do 11 de setembro

A expressão indecifrável do presidente George W. Bush ao saber dos atentados é intrigante. Mais intrigante ainda é o fato do Serviço Secreto (a segurança presidencial) não ter se preocupado em retirá-lo rapidamente da escola que ele estava visitando naquele momento para protegê-lo em um bunker…


Em uma situação onde aviões estão sendo usados como mísseis para destruir edifícios por todo o país, a primeira prioridade seria proteger o presidente que estava exposto, mas não foi isso o que aconteceu. Pior ainda foram suas declarações posteriores ao acidente, que foram interpretadas por muita gente como tentativas de fazer piadas sobre os terríveis atentados terroristas. Conforme revelado no vídeo acima, ele afirma que ao ver os aviões colidindo com as torres pela TV, (antes de entrar na sala de aula onde estava no momento dos atentados) pensou “esse é um piloto terrível!”… Teorias conspiratórias afirmam que a única explicação para a apatia do presidente  e de sua segurança diante de fatos tão graves, seria o fato deles saberem previamente sobre os atentados, tendo a certeza sobre quais locais seriam atacados, e sabendo que a escola onde o presidente estava não corria nenhum risco…

Manobras aéreas impossíveis

Manobras aéreas improváveis dos avões do 11 de setembro

Vários especialistas e pilotos profissionais afirmam que manobrar um avião grande a 850 Km/h no nível do mar, e tentar fazê-lo acertar qualquer prédio é quase impossível.

 


Só um verdadeiro piloto prodígio da aviação poderia conseguir de fato fazer isso, e mesmo assim teria pouquíssimas chances de acertar a manobra e o alvo. Outras teorias ainda mais conspiratórias falam de partes estranhas que foram identificadas na parte de baixo dos aviões que atingiram as torres, e até colocam em cheque a veracidade das informações sobre as aeronaves que efetivamente causaram a tragédia, conforme o vídeo acima explica.

Terrorista não sabia pilotar um “teco-teco”

Hani Hanjour e Cessna 172

O terrorista saudita Hani Hanjour (apontado pelo governo americano como o responsável oficial pelo ataque ao Pentágono) , apenas 1 mês antes dos atentados foi impedido de alugar Cessna 172 (o famoso “teco-teco”) porquê não conseguia nem decolar essa pequena aeronave… Como ele teria conseguido acertar o Pentágono com um avião grande como o Boeing 757?

Por que os aviões sequestrados atingiram seus alvos?

Aviões atingindo torres gêmeas

Justamente no dia 11 de setembro todos os caças responsáveis pela segurança de Nova Iorque foram mandados para um exercício militar na fronteira com o Canadá. Estes exercícios teriam confundido os operadores de radar, que demoraram a identificar o sumiço dos aviões sequestrados naquele dia, dando muita vantagem aos terroristas para que conseguissem levar a cabo seus planos.

Aviões poderiam derrubar as Torres gêmeas?

Aviões poderiam derrubar as torres gêmeas?

Muitos especialistas em arquitetura e construção afirmam que aviões não poderiam ter derrubado as torres daquela maneira por várias razões. A primeira seria que o querosene (que é o combustível dos aviões) não queima em temperaturas altas o suficiente para comprometerem a estrutura de aço dos prédios.

 

 


Mesmo que situações atípicas favorecessem o enfraquecimento do metal, segundo vários especialistas, seria mais coerente se as torres tivessem só os andares superiores destruídos, restando a maior parte dos andares inferiores quase intactos.

Teoria dos aviões modificados

Aviões modificados de 11 de setembro

Essa é uma outra polêmica que ronda a internet, e muitos vídeos levantam dúvidas sobre os aviões que atingiram as torres gêmeas, citando vários fatores estranhos, como uma parte incomum no 2 avião que atingiu o World Trade Center. Muita gente também alega que a fuselagem do avião teria que ser reforçada, para que ele causasse tantos danos aos prédios.


Ninguém soube dizer com precisão o que exatamente seria essa fuselagem reforçada, ou mesmo o que era essa peça estranha, mas alguns especialistas alegam que ela simplesmente não é parte original do avião. Teorias desse tipo aventam a possibilidade de que os aviões que usados nos ataques eram modificados, o que seria mais uma evidência de conspiração.

Torres gêmeas caindo verticalmente

Queda das torres gêmeas

A cena dos prédios caindo quase que perfeitamente na vertical intrigaram especialistas em implosões, que afirmam que é possível até mesmo identificar pontos de explosões típicos daqueles usados em demolições profissionais planejadas.


O corte em “V” em várias das colunas nos escombros do World Trade Center seriam mais uma evidência de uma demolição controlada, e não acidental. Outras investigações ainda apontaram vestígios característicos de ‘Termite’ nas vigas de aço dos escombros, material amplamente usado em implosões profissionais, capaz de queimar a altíssimas temperaturas.

Torres gêmeas condenadas

WTC reformas necessárias

Larry Silverstein, dono das torres gêmeas, estava diante de um dilema: tendo arrendado os edifícios apenas alguns meses antes dos ataques terroristas, ele teria que adequá-los a nova legislação de segurança implantada em Nova Iorque, e isso custaria centenas de milhões de dólares em uma reforma anti-incêndio que garantisse maior resistência a estrutura de aço dos prédios. Especialistas financeiros afirmaram que a reforma seria um imenso prejuízo, já que custaria quase o mesmo (ou até mais caro) que o próprio valor dos edifícios. Porém os atentados evitaram o prejuízo com a reforma, e o sortudo Larry Silverstein ainda recebeu alguns bilhões de dólares de indenização da seguradora…

Premonição ou golpe de sorte?

Larry Silverstein no local do WTC

Muitas pessoas também afirmaram que é no mínimo curiosa a “premonição” ou golpe de sorte de Larry Silverstein, dono do ‘World Trade center’, que apenas alguns meses antes dos ataques, teria alterado o contrato com a seguradora para que sua apólice também garantisse cobertura em caso de atentados terroristas. Após os ataques, a indenização recebida atingiu a cifra de 7 bilhões de dólares, um valor muito maior que seu investimento de milhões nas torres gêmeas. Mais tarde alguns jornais noticiaram que ele chegou a processar a seguradora pedindo 2 indenizações, já que seus prédios sofreram 2 ataques.

O mistério do prédio 7

WTC mistério do prédio 7

Esse é um dos fatos mais polêmicos e inexplicáveis. O prédio 7 do complexo World Trade center não foi atingido por nenhum dos aviões, tendo apenas registrado alguns focos de incêndio após a queda de escombros das 2 torres maiores que desabaram. O edifício 7 permanecia de pé até 7 horas depois dos atentados, quando antes do anoitecer simplesmente desabou verticalmente, como em uma demolição controlada.


Segundo as investigações do governo americano, os prédios desabaram em função dos pequenos incêndios, mas muitos especialistas simularam o desabamento em programas de computador e constataram que a queda seria muito diferente do que foi visto nas filmagens originais da tragédia.


Além disso o próprio Larry Silverstein daria uma entrevista dias mais tarde, onde levantaria ainda mais polêmicas e dúvidas sobre a questão, dizendo que o incêndio no prédio 7 não poderia ser controlado e utilizou um termo em inglês que sugere que o edifício foi demolido.  que eles tomaram a decisão de implodir o edifício. Depois ele negou que o termo se referia a explosão, e disse que sua declaração foi mal-interpretada.

Parentes do dono do WTC foram avisados?

Larry Silverstein polemic

Muitos relatos de testemunhas e declarações diversas afirmam que muitos parentes do dono do WTC trabalhavam nos edifícios, mas nenhum deles apareceu para trabalhar no dia do atentado. Segundo algumas fontes e relatos, eles teriam sido avisados para não estarem no local pelo próprio dono das torres gêmeas, Larry Silverstein. Ele porém nega que isso seja verdade.

Escombros misteriosos

Escombros misteriosos do WTC

O prefeito de Nova Iorque na época do acidente, Rudolph Giuliani, proibiu o acesso de qualquer especialista independente ao entulho das torres gêmeas. Só investigadores oficiais do governo tiveram acesso aos escombros, e nada “suspeito” foi encontrado segundo as investigações oficiais. Investigações paralelas e declarações de especialistas divergem sobre esse tema, já que muitos fatores nos escombros não parecem compatíveis com um desabamento acidental. Segundo eles, os cortes simétricos das colunas (conforme se vê na foto acima) seriam evidências suficientemente fortes para que se realizasse uma investigação mais detalhada.

Caixas pretas destruídas?

Caixas pretas de aviões

Todos sabem que as caixas pretas dos aviões (que na verdade não são pretas e sim laranjas) são quase indestrutíveis, mas o governo americano afirmou que nenhuma caixa preta, de nenhum dos 4 aviões envolvidos nos atentados, foram recuperadas, pois foram destruídas nas explosões. Porém vários funcionários que trabalharam na remoção dos escombros do World Trade Center garantiram que foram encontradas 2 caixas pretas por lá, e que agentes federais exigiram segredo absoluto sobre o episódio. Outro fato que deixou muitos especialistas e leigos intrigados foi: as caixas pretas (que são super resistentes) não resistiram ao fogo e foram destruídas, mas os passaportes dos terroristas sobreviveram quase intactos e foram encontrados pelas equipes de investigação do governo…

O vôo 93 que caiu na Pensilvânia

Voo 93 de 11 de setembro

A versão oficial do governo dos EUA afirma que os passageiros do vôo 93 da United Airlines, que caiu sobre uma área rural desabitada da Pensilvânia, teriam heroicamente lutado contra os sequestradores, invadindo a cabine do piloto e derrubando o avião antes que ele atingisse seu alvo (que poderia ser a Casa Branca). Os passageiros teriam sido informados por telefone sobre o atentado ao World Trade Center, mas especialistas divergem sobre essa versão, já que os aviões ficam fora do alcance de antenas de celular quando estão em grandes altitudes. Muita gente também alega que o local da queda do avião, com destroços se espalhando por 6 quilômetros, é muito mais compatível com o protocolo militar de interceptação e derrubada de aeronaves pelos caças da Força Aérea americana. Segundo vários especialistas, o governo não quis assumir a derrubada do avião (e a morte dos 44 inocentes a bordo) pelos militares, e resolveu transformá-los em heróis pelos quais valeria a pena lutar, justificando as guerras e invasões no Iraque e no Afeganistão.

Por que ninguém viu o avião que atingiu o Pentágono?

Avião que atingiu o pentágono

Acredite se puder: não existe nenhuma testemunha que viu o avião que acertou o Pentágono, nenhuma mesmo!… e no vídeo abaixo isso fica bem evidente. Segundo alguns especialistas, o fato das imagens não mostrarem nenhum avião pode ser consequência da baixa resolução da câmera de segurança, que filmava apenas poucos frames por minuto.


Outros especialistas afirmam ainda que a cena do Pentágono destruído é muito mais compatível com um ataque de míssil, já que não avia destroços condizentes com um acidente de avião. Além disso especialistas afirmam que um avião como o Boeing 757 teria atravessado três dos cinco anéis que formam a construção, mas os danos ao Pentágono foram muito menores. A única câmera de segurança que, sem querer, conseguiu filmar o atentado, teve suas imagens confiscadas pelo governo americano.

Premonição ou coincidência no Pentágono?

Linhas no gramado do Pentágono antes do 11 de setembro no mesmo local dos ataques

Alguns meios de comunicação divulgaram essa curiosa imagem de satélite, que teria sido feita antes dos atentados de 11 de setembro: uma discreta marca no gramado ao redor do Pentágono marcava a linha exata onde o suposto avião colidiria com o prédio. Essa estranha marca não era percebida de perto, mas podia ser vista em imagens de satélite.

Discrepâncias nos destroços do Pentágono

Destroços no Pentágono

-O gramado no local da suposta colisão permaneceu intacto, sugerindo que o avião (pilotado por um amador!) caiu cirurgicamente no prédio. Essa manobra seria quase impossível mesmo para um profissional super-experiente;
-Os destroços do grande avião (inclusive as asas) simplesmente desapareceram. Não havia nenhum dano nos locais que teriam sido atingidos pelas asas.
-Testemunhas relataram que o som do suposto avião era mais agudo e menos ensurdecedor do que o de uma turbina de avião, algo mais parecido com o som de um míssil;
-A explicação oficial sobre o atentado afirma que o avião se desintegrou devido a força da colisão, porém as janelas do prédio do Pentágono, localizadas a poucos metros do alegado ponto de contato entre o avião e o prédio permaneceram intactas. Até mesmo um monitor de computador podia ser visto em uma das imagens, e continuava perfeitamente posicionado, como se nada tivesse acontecido, o que sugere que o impacto não foi assim tão forte;
-O rombo na parede interna do Pentágono tinha apenas cerca de 4 metros de diâmetro, sendo pequeno demais para ter sido produzido por um avião de grande porte.

Por que o Pentágono e não a Casa branca?

Pentágono x Casa Branca

Houve muitas alegações sobre essa curiosa decisão dos terroristas. já que eles entraram no espaço aéreo de Washington (um dos mais protegidos do mundo), por que o alvo preferencial foi o Pentágono e não a Casa Branca, que certamente causaria um efeito muito mais devastador, além de atingir diretamente o presidente americano George W. Bush? A explicação do governo é que o voo 93, que caiu na Pensilvânia, provavelmente estava a caminho da Casa Branca, ou seja, os terroristas pretendiam atacar os dois locais.

Família Bin Laden protegida

Família Bin Laden

Quando os atentados de 11 de setembro aconteceram, segundo o próprio governo norte-americano, pelo menos 24 membros da família Bin Laden (que é uma das famílias mais ricas da Arábia Saudita), estavam nos Estados Unidos, a maior parte cursando universidades. Logo a embaixada da Arábia Saudita, com o apoio do FBI, reuniu todos os membros da família o mais rápido possível, e os embarcou para Paris, na França, no dia 18 de setembro. A justificativa oficial para ação seria o fato de eles estarem em risco. Autoridades e especialistas em investigações criminais, porém, alegam que o correto seria interrogar a família a procura de pistas e provas sobre a autoria dos atentados, ao invés de simplesmente facilitarem sua saída do país. Além do mais, para retirá-los dos EUA, o governo teve que abrir uma controversa exceção, já que nenhum avião estava autorizado a voar naquele dia, e mesmo autoridades (como o próprio pai do presidente Bush) e celebridades em trânsito não conseguiam seguir viagem, e estavam presas nos aeroportos.

Documentário Fahrenheit 9/11

Farenheit 911 documentary

Esse é um dos mais polêmicos filmes já feitos pelo famoso cineasta Michel Moore, e relata todos os detalhes sobre o possível envolvimento entre as famílias Bush e Bin Laden, dentre vários outros pormenores. Desde a possível fraude nas eleições que deram a vitória ao presidente George Bush até as lucrativas alianças e negócios com contratos governamentais na área de defesa depois dos atentados. Esse documentário é uma profunda e intrigante investigação sobre os atentados de 11 de setembro.

Gravações de ligações forjadas
A tecnologia de 2001 não permitia ligações feitas de aviões, somente de terra era possível usar o celular para uma ligação, contudo na ocasião o governo liberou supostas conversas por celular durante o voo.
Numa pesquisa feita em 2006 pela CBS News, apenas 16% dos americanos achavam que o governo estava falando a verdade sobre o 11 de setembro.
Um dia antes do suposto ataque um secretário do governo anunciou que ninguém sabia onde tinham ido parar mais de 1 trilhão de dólares! No dia seguinte devido ao atentado, ninguém mais falava nisso.

E você, acredita?